Sedãs compactos seminovos tiveram valorização de até 25,7% em 2022



Se você comprou um sedã compacto nos últimos três anos, saiba que há grandes chances do seu veículo ter valorizado em 2022. De acordo com uma pesquisa feita pelo Mobiauto, o segmento teve uma média de aumento de preços de 11,9% neste ano. O Hyundai HB20S, por exemplo, é o líder da valorização e chega a ter aumento de 25,73%.


O levantamento comparou a média de preços dos carros no primeiro semestre de 2021 com a média de valores dos veículos no primeiro semestre de 2022. Assim, somando todas as versões, a pesquisa levantou os preços de 142 sedãs compactos, todos fabricados entre os anos de 2019 e 2021.


Desta forma, quem comanda a valorização dos sedãs compactos seminovos é o Hyundai HB20S de 2019. O veículo custava R$ 61.360 no primeiro semestre do no passado. Agora, a média de preço do carro é de R$ 72.190, um aumento de 17,65%.


Aliás, entre as 10 versões do modelo, cinco delas estão entre os maiores reajustes. A versão 1.0 Comfort Plus Turbo (Flex) de 2019 é quem teve a maior variação: 25,73%. Ainda assim, as outras quatro tiveram correções sempre acima de 19%.


Logo em seguida aparece o modelo 2019 do Nissan Versa, que teve incremento de 16,05% no valor. Passou de R$ 57.403 para R$ 66.617. Seguindo essa linha, Volkswagen Voyage, Volkswagen Virtus, Honda City, Ford Ka Sedan e Toyota Yaris Sedan também valorizaram bem, todos com crescimento na casa dos 14%.


Por outro lado, entre os sedãs compactos que menos valorizaram estão o Volkswagen Voyage, o Renault Logan e o Ford Ka Sedan de 2021. Os modelos tiveram crescimento de 4,52%, 3,92% e 1,42%, respectivamente.


Um fato curioso é que o único veículo do segmento que realmente desvalorizou foi a versão SE Plus 1.0 (Flex) de 2021 do Ford Ka Sedan. O carro custava R$ 57.928 e agora tem média de preço de R$ 56.918. Uma queda de 1,74%.


A explicação para a valorização dos carros - que é algo incomum no mercado brasileiro - se dá pela produção comprometida de automóveis causada pela pandemia. A falta de componentes deixou a linha de montagem das fabricantes desfalcada no Brasil e, consequentemente, as montadoras aumentaram os preços de seus veículos.

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