5 erros comuns ao fazer a troca de óleo

Lubrificantes servem para conservar as peças internas do motor e, assim, garantir seu bom funcionamento e durabilidade

O óleo do carro serve para lubrificar as peças internas do motor e, assim, garantir o bom funcionamento e sua durabilidade. Parece simples, mas não ter o óleo no nível adequado, nas especificações recomendadas de fábrica e dentro da validade pode trazer riscos ao veículo. Portanto é importante não cometer erros que são até corriqueiros no momento da troca de óleo. 1) Perder a data da troca

O Lubrax+, franquia de troca de óleo dos postos Petrobrás, destaca que é importante ficar atento ao prazo recomendado pelo fabricante para realizar a troca de óleo. Normalmente, isso é feito a cada seis meses ou 10 mil quilômetros, basta verificar no manual do proprietário.

E, mesmo depois que acaba o período de garantia dado pelas concessionárias, é importante não descuidar. Continue a seguir o período indicado no manual do proprietário. O Lubrax+ tem um sistema próprio de atendimento, que indica o óleo lubrificante correto para cada tipo de veículo, de acordo com a recomendação das montadoras.

2) Usar óleo mineral e sintéticos juntos

Esse tipo de procedimento não é recomendado. “O lubrificante é composto por óleos básicos e aditivos. Sua função no motor é lubrificar, evitar o contato entre as superfícies metálicas e refrigerar, independentemente de ser mineral ou sintético. A diferença está no processo de obtenção dos óleos básicos”, destaca o material do Lubrax+. Os óleos apresentam naturezas químicas diferentes, e com a mistura existe a possibilidade de comprometer o desempenho de sua aditivação, com o risco de gerar depósitos de detritos que podem prejudicar o motor. E lembre-se de usar sempre o óleo recomendado pelo fabricante no manual do proprietário. 3) Decidir pela troca do óleo por sua cor escurecida

A coloração do óleo não é indicativo preciso de que é necessária ser feita a troca. O Lubrax+ destaca que “para realizar a função de manter o motor limpo, o óleo deve manter em suspensão as impurezas que não ficam retidas no filtro de óleo, para que elas não se depositem no motor.”

Portanto, o óleo escuro indica que cumpre a sua função de manter o motor limpo. Novamente, lembre-se de verificar as recomendações do fabricantes, no manual do proprietário, para saber quando realizar a troca de óleo. Lembre-se de trocar os filtros de óleo para que obtenha o melhor desempenho do motor após a troca de óleo. O sistema do Lubrax+ indica também o tipo de filtro de óleo, de acordo com seu carro e ano de fabricação.

4) Aumentar o período de troca por ter usado óleos sintéticos

O Lubrax+ destaca que os óleos sintéticos tem características de qualidade superiores. Mas isso não é indicativo de que o tempo para realizar a próxima troca deva ser maior. “A maioria dos fabricantes de veículos ainda não diferencia os períodos de troca, caso sejam utilizados óleos sintéticos ou minerais”, destaca o Lubrax+. A recomendação é seguir as orientações do manual do proprietário para o intervalo de troca.

5) Não fazer a troca de 6 em 6 meses pelo menos

Com a pandemia do coronavírus, muitos motoristas deixaram o carro mais tempo na garagem. Assim, não atingiram a quilometragem que, em tese, seria indicada para a troca de óleo. No entanto, quando o carro roda pouco, é preciso fazer a troca mesmo sem o veículo ter alcançado o número indicado inicialmente – não se esqueça de que o fabricante sempre recomenda a troca por quilometragem ou tempo decorrido. O óleo muito tempo parado no motor, sem que o veículo tenha sido ligado, pode perder as suas propriedades e até prejudicar componentes do propulsor. Assim, respeite o limite de seis meses ou o tempo recomendado pelo fabricante no manual do proprietário. Por: Webmotors

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